Dorothy

31/07/2010

Longe de mim pagar de conhecedor da língua portuguesa, mas é curioso notar como ás vezes sem querer usamos palavras com significados tão diferentes como se fossem sinônimos: solitário e sozinho é um caso clássico. Para explicar a diferença eu costumo usar um chavão: “você pode estar solitário mesmo no meio de uma multidão, mas você não estará sozinho”.

Lar e casa.

Casa e onde a gente mora, a gente dorme, toma banho. É onde ficam guardadas aquelas roupas que usamos para trabalhar, onde ficam os nossos perfumes, nossas toalhas, nosso desodorante. Casa é onde ás vezes comemos, ás vezes vemos televisão, ás vezes ouvimos música. Casa é onde estão alguns dos nossos livros, especialmente os técnicos. Casa é onde a gente descansa.

Lar é onde reunimos nossos amigos, onde convivemos com as pessoas que mais gostamos, onde comemos guloseimas. Lar é onde não nos importamos com o que vestir, desde que não se pegue sereno. É onde ás vezes tomamos menos banhos do que deveríamos e nunca usamos perfume. É onde ficam nossos livros preferidos e é onde vemos aqueles filmes velhos que adoramos. Lar é onde a gente relaxa.

Você pode estar solitário na sua casa, mas é muito difícil você estar solitário no seu lar.

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Post de desagravo

26/06/2010

Eu sei, roupa suja se lava em casa, mas não dá mais para esperar.

Porra Cabeça, a Copa do Mundo está rolando e você simplesmente abandonou o blog sobre futebol. Eu sei, você trabalha para cacete, tem faculdade, namorada. Mas o que eu estou pedindo é só um mês de sacrifício. Não só eu, mas uma legião de amigos são fãs dos seus posts no Varzeando.

No mais, um abraço e um beijo. Saudades suas.


Natal

27/12/2009

Post com atraso, eu sei… Desculpa.

Eu sempre gostei do Nastal. Não como uma celebração religiosa, longe disso. Natal para mim sempre foi sinônimo de festas grandiosas, muita comida e presentes. Os primeiro natais da minha vida eram movidos a samba. Meu pai juntava a família toda na nossa casa, a festa era farta e todos só tinham que se preocupar com a própria diversão. O anfitrião terminava a noite bêbado, mas a bebedeira dele era tratada por todas como um exemplo de como celebrar.

A fartura de hoje não é a mesma de outrora. Passamos o Natal apenas meus irmãos, minha mãe e eu. Não tem mais samba, nem música nenhuma. O único que bebe sou eu, e a maior parte das pessoas me trata como se eu fosse um bêbado qualquer.

Mas eu adoro o Natal.


O livro-blog (ou blog-livro) do Cabeça

25/11/2009

Eu já cheguei a comentar que meu irmão (irmão de fato, mesmo pai e mãe) já escreveu um livro? Pois é, um romance policial que eu nunca li simplesmente porque o desnaturado nunca me mandou o pdf.

Mas falei disso só pra avisar que esse blog ganhou um link novo, é meu irmão postando aos poucos o livro dele, “Recomeço”. Não posso recomendar como boa leitura, porque ainda não li (sim, eu fiquei ressentido dele jamais ter me mandado o livro, sou recalcado, ora bolas) mas peço que vocês dêem uma passada por lá, prestigiem o Cabeça e seu blog, o Recomeço.

Quando vocês visitarem o blog, aproveitem para encher o saco do Cabeça pra ele voltar a escrever sobre futebol. Ele tinha um blog sobre o assunto que me renderam boas risadas e ótimas discussões, mas sem explicação deixou o blog abandonado lá.