Os posts perdidos

06/06/2010

Ao longo desse mais de um ano de blog, alguns posts nasceram na minha cabeça e por lá ficaram, sem jamais serem escritos. As razões são muitas, mas principalmente por negligência.

Havia uma série inteira de posts sobre os sete pecados capitais. Eu faria um post para cada pecado, contando a minha relação com o pecado, grandes exemplos de pecadores, exemplos na literatura ou no cinema. Seria uma grande ode aos excessos. Abandonei porque achei que era qualquer coisa.

Tinha um post sobre “Into the Wild” e como esse filme pode superar Forrest Gump na minha lista.

Um post sobre minha primeira Ópera, que foi devidamente abandonado porque a apresentação em si não era digna de post nenhum.

Um post sobre meus grandes amigos e nosso encontro anual, onde eu desmascararia o Leitor Oculto, El Mamut e o Bolha.

Um post decente sobre o blog do Tom e o quão genial ele é.

Um post sobre porque eu era contra a indicação do Rio de Janeiro a sede das Olimpíadas de 2016, que obviamente ficou datado.

Um post sobre a minha mãe, elogioso e cheio de histórias da nossa vida.

Um post sobre como ter jogado RPG por tantos anos fez de mim um sujeito mais culto, mais criativo e com uma capacidade maior de me divertir. Mencionando inclusive alguns dos meus personagens favoritos.

Um post sobre pregos no meu caixão, e o quanto eu adoro isso.

Um post sobre carnaval, não a história, mas como eu mudei meu jeito de aproveitar o carnaval.

Há ainda uns cinco ou seis posts de ficção, que talvez respondam a pergunta do Alexandre.

Um post sobre meu primeiro encontro com o Biajoni. Eu já tive com o Bia de novo, o encontro renderia um outro post e ainda assim eu não escrevi.

Um post sobre o último Big Brother e seu papel na manutenção de um modelo homofóbico de sociedade. Até mencionei isso em um post, mas a questão central do post era outra.

Alguém ainda lembra que eu pretendia falar sobre os filmes que eu assistisse na semana?

Um post sobre um ano de blog e o que mudou de lá para cá, com um desdobramento para uma carta aberta para o autor do blog que me fez ter vontade de criar o meu.

Alguns desses posts ainda são possíveis, mas provavelmente se perderão na minha falta de tempo e de disciplina.


O livro-blog (ou blog-livro) do Cabeça

25/11/2009

Eu já cheguei a comentar que meu irmão (irmão de fato, mesmo pai e mãe) já escreveu um livro? Pois é, um romance policial que eu nunca li simplesmente porque o desnaturado nunca me mandou o pdf.

Mas falei disso só pra avisar que esse blog ganhou um link novo, é meu irmão postando aos poucos o livro dele, “Recomeço”. Não posso recomendar como boa leitura, porque ainda não li (sim, eu fiquei ressentido dele jamais ter me mandado o livro, sou recalcado, ora bolas) mas peço que vocês dêem uma passada por lá, prestigiem o Cabeça e seu blog, o Recomeço.

Quando vocês visitarem o blog, aproveitem para encher o saco do Cabeça pra ele voltar a escrever sobre futebol. Ele tinha um blog sobre o assunto que me renderam boas risadas e ótimas discussões, mas sem explicação deixou o blog abandonado lá.


Mea Culpa

30/08/2009

Com aulas e estágio, ficou difícil manter um ritmo pelo menos razoável de posts por aqui. A culpa é minha, por não saber organizar meu tempo de maneira a não frustrar meus poucos, porém fiéis leitores.

Mas se serve de consolo, eu vou criar uma coluna aqui no blog. Não vai ser grandes coisas, mas espero que vocês gostem.


Sobre a marca lá no topo

08/08/2009

Gostaram da marca? Eu fiquei encantado, mas vindo de onde veio, não é surpresa nenhuma que eu tenha gostado.

O header novo do blog foi uma cortesia do Pedro Moura, um designer dos mais talentosos, tipógrafo genial e um puta artista. Não falo isso porque ele é um dos meus melhores amigos, eu só repito as coisas que gente muito mais gabaritada que eu disse a respeito dele.

Muito obrigado, Pedrinho. Este blog ficou muito mais bonito e charmoso e este escriba ficou muito mais feliz depois do seu presente.


O novo endereço e a incompetência do escriba

23/07/2009

Há algumas semanas eu vinha pensando em mudar o url do blog. Na última terça, dia 21 de julho eu finalmente comecei a fazer a mudança. Foi quando começou o inferno.

Sem entender direito como funcionava a importação do WordPress, apaguei o blog na url antiga antes de fazer a importação para o endereço novo. Como resultado, todo o blog antigo se perdeu.

Não fosse pelo cache do Google, todos os textos estariam perdidos. Eu confiava tanto no WordPress, e era tão relapso, que não tomei o cuidado de guardar pelo menos os textos dos posts. Não fosse pela ajuda dos amigos Bill Savanna, El Mamut e um outro que lê mas não comenta no blog, todas as bobagens escritas até então estariam perdidas graças a uma burrada.

Triste mesmo foi ter perdido todos os comentários que foram feitos aqui. Esses não tive como salvar. Espero que os comentaristas entendam que jamais houve desprestígio, foi incompetência minha. Cada comentário nesse blog foi recebido com muito carinho, e respondido sempre que houvesse a necessidade. Vai continuar assim, mas agora prometo que os comentários não serão perdidos novamente.

Não sei se vai servir de consolo, mas eu chorei por dez minutos no chão da sala, em posição fetal, por ter feito a lambança que fiz. Mas preferi levantar e começar tudo de novo, mesmo que fosse do zero, e vale ressaltar que o apoio do El Mamut via msn foi fundamental.

Vamos voltar a programação normal? Ótimo! Apenas para reiterar, este signatário será eternamente grato a Bill Savanna, El Mamut, e ao Leitor Oculto pela valiosíssima ajuda na recuperação dos posts perdidos.

Agora é vida que segue.